Acabou lhe a inspiração.
Findou lhe as palavras,
Entristeceu...
O poeta morreu.
Sem seu dom sagrado,
Para que viveria,
Por que sem amor,
Sem ao menos dor,
Sem nada, apenas vazio.
Não há motivos para existir.
Passou a ser comum,
Pessoas comuns, não tem ilusões,
Sem ilusões, não há poesia.
Então, onde buscar melancolia,
Ou euforia, sentimentos...
Quaisquer sensações .
Morte nem tua presença mais me fascina...
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
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