Amei essa unhas double face, vou aderir usar preto por cima e roxo e vermelho por baixo ou ao contrário. Veja o video:
http://www.bolsademulher.com/video/jky
é mara, tudo de bom.
quinta-feira, 1 de julho de 2010
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Literatura
Sempre adorei o mundo sombrio, Drácula é o meu preferido sempre tive pena dele.
Tô numa onda de romances sobrenaturais e achei um site ótimo onde encontro dicas de livros super legais, estou lendo a Irmandade da Adaga Negra de J.R.WArd muito bom.
To acompanhando também a saga House of Night e quero começar Academia de Vampiros, e o Despertar do Vampiro, nunca tive tantos títulos sombrios na fila de espera. Tô empolgada com A Mão Esqueda de Deus pela sinopse é muito bom.
terça-feira, 29 de junho de 2010
Gotas caem do céu,
Anjos choram minha dor
Em meu paito sombrio
Repousa a solidão
Embriago me da minha revolta
Meu ser em chamas
Clama por socorro
Dá-me um pouco de vida
Lânguida face, alva, pálida
Sem essência.
Oh! Mórbido ser funesto, soturno.
Vagabundeias pelos campos santos.
O que tu procuras?
A mim e somente a mim, respondo:
A paz eterna!
(14/09/2008)
Anjos choram minha dor
Em meu paito sombrio
Repousa a solidão
Embriago me da minha revolta
Meu ser em chamas
Clama por socorro
Dá-me um pouco de vida
Lânguida face, alva, pálida
Sem essência.
Oh! Mórbido ser funesto, soturno.
Vagabundeias pelos campos santos.
O que tu procuras?
A mim e somente a mim, respondo:
A paz eterna!
(14/09/2008)
Necrofilia
Seus olhos tristes, fazem me chorar,
Sua boca calada, quero beijar,
Dá-me o gozo, o prazer, o torpor.
Oh! corpo mórbido jaze sem vida,
Descestes a tumba gélida e fria,
Como queria contigo estar.
Acariciar lhe a face pálida,
Roubar lhe o beijo doce,
Penetrar lha a alma.
Queria poder ficar eternamente,
Entrefue a esta dança fúnebre,
Onde dois corpos rígidos se entrelação
Onde o som soturno devora a alma,
Dá me oh, lânguido coração,
Seu último suspiro de prazer.
Faça me hurrar no deleite,
Desse frio e triste pesar,
Entregueme, seu espírito.
Deixe me tocar lhe pela última vez
A face, o peito, a boca eo sexo,
tomar lhe o derradeiro sentido.
(01/10/2008)
Sua boca calada, quero beijar,
Dá-me o gozo, o prazer, o torpor.
Oh! corpo mórbido jaze sem vida,
Descestes a tumba gélida e fria,
Como queria contigo estar.
Acariciar lhe a face pálida,
Roubar lhe o beijo doce,
Penetrar lha a alma.
Queria poder ficar eternamente,
Entrefue a esta dança fúnebre,
Onde dois corpos rígidos se entrelação
Onde o som soturno devora a alma,
Dá me oh, lânguido coração,
Seu último suspiro de prazer.
Faça me hurrar no deleite,
Desse frio e triste pesar,
Entregueme, seu espírito.
Deixe me tocar lhe pela última vez
A face, o peito, a boca eo sexo,
tomar lhe o derradeiro sentido.
(01/10/2008)
Ode ao Corvo
Senhor corvo comeste meu coração,
Tu que sobrevoou com suas negras asas,
A carcaça putrida do ser decomposto.
Senhor corvo leves agora esta angútia,
Vieste buscar o ser puro, para levá-lo ao outro lado,
Tirando um pouco da vida que restava em nossos corações.
Senhor corvo mensageiro da morte,
Levou-nos o mais sagrado, o amigo companheiro,
Levou-nos um pedaço de nós.
Senhor corvo quando voltardes beijando nos a langida face,
Levenos sem demora a morada derradeira,
Coma nos a carne, mas deixe a alma intacta.
(18/09/2008)
Tu que sobrevoou com suas negras asas,
A carcaça putrida do ser decomposto.
Senhor corvo leves agora esta angútia,
Vieste buscar o ser puro, para levá-lo ao outro lado,
Tirando um pouco da vida que restava em nossos corações.
Senhor corvo mensageiro da morte,
Levou-nos o mais sagrado, o amigo companheiro,
Levou-nos um pedaço de nós.
Senhor corvo quando voltardes beijando nos a langida face,
Levenos sem demora a morada derradeira,
Coma nos a carne, mas deixe a alma intacta.
(18/09/2008)
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