quinta-feira, 3 de julho de 2008

Morte!


Ouço a nota fúnebre ela me convoca para a dança da morte.
Sigo seu ritmo, seu chamado compassado para um novo despertar.
O começo da doce entrega ao soturno mundo dos mortos.
Sombras que passam pela escuridão, seus gritos e gemidos me trazem um imenso prazer.
O mais doce sofrimento, a solidão completa, a desolação, a tristeza sem fim ... Fazem -me sentir em casa, nos braços da deliciosa morbidade.
Sinto me triste, com o coração cheio de escuridão.
Choro! O choro do mais forte contentamento, da mais prazeirosa dor!!
As lágrimas caem e transformam-se em rios de sangue.