Solidão por todos os lados,
Onde olho ela esta,
Preenchendo cada espaço vazio.
Tomando conta de tudo,
Me envolvendo, me entristecendo.
Levando minha vida.
Soterrando minha alma.
E eu me entrego a ela,
Como uma amante ao seu amado.
Deixo me em seus braços amargos,
Amargurando minha existência.
Assim vou desistindo de ser.
Me tornado cada dia mais soturna.
Somos três eu, ela e o nada.
sábado, 22 de novembro de 2008
terça-feira, 11 de novembro de 2008
Suicida
Sinto a lâmina fria rasgar me veias,
O doce metal levar me a outro mundo,
A vida triste se desfazendo em segundos,
Meu coração parando lentamente,
Minhas lembranças passando como um filme,
Digo adeus, o ser triste retorna ao se mundo.
Não chorem por mim, chorem por vocês,
Passou a tristesa e a melâcolia,
Em todos meus dias nunca tive paz,
A senhora morte me chamou,
Agora descanço em seus braços,
Entrguei me de corpo e alma.
Que as rosas negras me acompanhem,
Que os anjos caidos me guiem pelas mãos
Não sinto dor, não sinto nada,
Quero dançar a marcha fúnebre,
Deixar a vida para abraçar a moter
Dormir meu sono eterno.
O doce metal levar me a outro mundo,
A vida triste se desfazendo em segundos,
Meu coração parando lentamente,
Minhas lembranças passando como um filme,
Digo adeus, o ser triste retorna ao se mundo.
Não chorem por mim, chorem por vocês,
Passou a tristesa e a melâcolia,
Em todos meus dias nunca tive paz,
A senhora morte me chamou,
Agora descanço em seus braços,
Entrguei me de corpo e alma.
Que as rosas negras me acompanhem,
Que os anjos caidos me guiem pelas mãos
Não sinto dor, não sinto nada,
Quero dançar a marcha fúnebre,
Deixar a vida para abraçar a moter
Dormir meu sono eterno.
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
O Poeta Morto
Acabou lhe a inspiração.
Findou lhe as palavras,
Entristeceu...
O poeta morreu.
Sem seu dom sagrado,
Para que viveria,
Por que sem amor,
Sem ao menos dor,
Sem nada, apenas vazio.
Não há motivos para existir.
Passou a ser comum,
Pessoas comuns, não tem ilusões,
Sem ilusões, não há poesia.
Então, onde buscar melancolia,
Ou euforia, sentimentos...
Quaisquer sensações .
Morte nem tua presença mais me fascina...
Findou lhe as palavras,
Entristeceu...
O poeta morreu.
Sem seu dom sagrado,
Para que viveria,
Por que sem amor,
Sem ao menos dor,
Sem nada, apenas vazio.
Não há motivos para existir.
Passou a ser comum,
Pessoas comuns, não tem ilusões,
Sem ilusões, não há poesia.
Então, onde buscar melancolia,
Ou euforia, sentimentos...
Quaisquer sensações .
Morte nem tua presença mais me fascina...
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