Solidão por todos os lados,
Onde olho ela esta,
Preenchendo cada espaço vazio.
Tomando conta de tudo,
Me envolvendo, me entristecendo.
Levando minha vida.
Soterrando minha alma.
E eu me entrego a ela,
Como uma amante ao seu amado.
Deixo me em seus braços amargos,
Amargurando minha existência.
Assim vou desistindo de ser.
Me tornado cada dia mais soturna.
Somos três eu, ela e o nada.
sábado, 22 de novembro de 2008
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