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Sempre adorei o mundo sombrio, Drácula é o meu preferido sempre tive pena dele.Tô numa onda de romances sobrenaturais e achei um site ótimo onde encontro dicas de livros super legais, estou lendo a Irmandade da Adaga Negra de J.R.WArd muito bom.To acompanhando também a saga House of Night e quero começar Academia de Vampiros, e o Despertar do Vampiro, nunca tive tantos títulos sombrios na fila de espera. Tô empolgada com A Mão Esqueda de Deus pela sinopse é muito bom.
Gotas caem do céu,Anjos choram minha dorEm meu paito sombrioRepousa a solidãoEmbriago me da minha revoltaMeu ser em chamasClama por socorroDá-me um pouco de vidaLânguida face, alva, pálidaSem essência.Oh! Mórbido ser funesto, soturno.Vagabundeias pelos campos santos.O que tu procuras?A mim e somente a mim, respondo:A paz eterna!(14/09/2008)
Seus olhos tristes, fazem me chorar,Sua boca calada, quero beijar,Dá-me o gozo, o prazer, o torpor.Oh! corpo mórbido jaze sem vida,Descestes a tumba gélida e fria,Como queria contigo estar.Acariciar lhe a face pálida,Roubar lhe o beijo doce,Penetrar lha a alma.Queria poder ficar eternamente, Entrefue a esta dança fúnebre,Onde dois corpos rígidos se entrelaçãoOnde o som soturno devora a alma,Dá me oh, lânguido coração,Seu último suspiro de prazer.Faça me hurrar no deleite,Desse frio e triste pesar,Entregueme, seu espírito.Deixe me tocar lhe pela última vezA face, o peito, a boca eo sexo,tomar lhe o derradeiro sentido.(01/10/2008)
Senhor corvo comeste meu coração,Tu que sobrevoou com suas negras asas,A carcaça putrida do ser decomposto.Senhor corvo leves agora esta angútia,Vieste buscar o ser puro, para levá-lo ao outro lado,Tirando um pouco da vida que restava em nossos corações.Senhor corvo mensageiro da morte,Levou-nos o mais sagrado, o amigo companheiro,Levou-nos um pedaço de nós.Senhor corvo quando voltardes beijando nos a langida face,Levenos sem demora a morada derradeira,Coma nos a carne, mas deixe a alma intacta.(18/09/2008)
Em niote de lua cheia uma sombra por aqui rodeia
A procura de seu amor,
Pois não acredita que ele se foi,
Não pode ama-la
Teve de matá-la
Para que de ninguém fosse se amor.
Mais disso ela não tinha culpa
Pois dele tinha medo.
Só por que era um monstro... ( algum dia em algum mês do ano de 1994)Esse foi meu 1º poema do qual perdi algumas linhas; depois de anos sem escrever, achando que tinha perdido a inspiração joguei fora mais de trinta poemas, alguns bons outros nem tanto, todos de amor, mais nenhum deles marcou como esse. Tudo que queria nesse poema ainda lembro me bem era dizer que um vampiro tinha matado uma bela jovem de quem era apaixonado pq ela não o queria, e que a culpa não era dele e sim da sua maldição de nascença.